inquiet’ações


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Dezembro 15, 2007, 3:00 pm
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Sim, sou mais um fã de Oscar Niemeyer, brasileiro, arquiteto, imortal(HAHA), boêmio, de fato algo que muitos queriam ser, ostenta consigo o comunismo e o modernismo como estilos, prismas,  neste último sendo um dos grandes contribuintes para melhor falar de arquitetura moderna.

Mas Niemeyer se difere dos outros modernos, né? Sim. Ele evolui, eis a diferença, agora se percebe e para pra pensar, oque faria um cara de 100 anos a não ser evoluir? sempre pisar adiante. Talvez hoje ele não seja mais moderno, claro, modernismo já passou, mas ele ainda deixa seus traços, atuais também, com 100 anos de idade a linha de Niemeyer evolui conforme bom-senso e prazer de fazer algo tão prazeroso que não se enjoa em 5 ou em 100 anos.

Parabéns Niemeyer, Parabéns Arquitetura :D



Claramente perdido e desorientado,
Novembro 29, 2007, 4:26 pm
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ele teve muita sorte em sobreviver.



Um brinde à afrociberdelia
Abril 15, 2007, 6:24 pm
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“Estou enfiado na lama.
É um bairro sujo.
Onde os urubus tem casas.
E eu não tenho asas
Mas estou aqui em minha casa
Onde os urubus têm asas”
(Chico Science)

Ou seja, impotência e não incapacidade.



Moeda
Agosto 18, 2006, 3:27 am
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Certa vez em Brasilia fomos visitar o Palácio da Alvorada, residência do presidente Lula em seu mandato, ele estava lá, e foi muito legal, apesar de não termos nos vistos, conhecemos quase todo o Palácio, havia até uma cadeira barcelona do Mies Van der Rohe e vários outros souveniers de várias partes do mundo.

Mas antes de entrar, nossa turma resolveu tirar foto na frente do palácio, do lado de fora. Foi ai que percebi que corria um riozinho na frente do Palácio e nele havia centenas de moedas de vários valores, como se fosse uma fonte dos desejos.

Ai fiquei pensando enquando tiravam a foto, será que as centenas de pessoas que ali deixaram suas moedas, iriam ter este mesmo âmbito se estivesse andando na rua e fosse parado por um mendigo qualquer, pedindo esmola, para o pão, para a cerveja, para as drogas.. que seja, o fim nao importa, mas sim a intenção de ajudar. Para quem estas pessoas contribuiram quando deixaram seu dinheiro no Palácio da Alvorada? Será para as mesmas pessoas que nós deixamos nossos impostos anualmente?



Tenha uma meta, ou se mate.
Agosto 17, 2006, 5:04 am
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Minha meta sendo um arquiteto e urbanista formado é escrever um livro, mas se eu escrever um livro terei que ter um filho, e plantar uma árvore. Qual deve ser a hierarquia disso? Árvore, livro e filhos? Talvez. Será que meus filhos poderam ler meu livro embaixo de minha árvore?